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Jó 40-42

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 Devocional Jó 40 – 42 Finalmente, Jó reconhece a sua indignidade e fala humildemente ao Senhor. O Senhor descreve a sua potência e o seu poder. O Senhor repreende os amigos de Jó por sua arrogância. Deus ordena a Jó que ore por seus amigos. Só então Deus restaura a dignidade da vida de Jó de forma visível. Jó aprende a adorar a Deus em vez de questioná-Lo, entende a importância da fé e da submissão à vontade de Deus. E Jó tem sua fidelidade recompensada. Agora te conheço, não apenas de ouvir falar. Toda circunstância tem propósito. Não temos como escolher o que vamos enfrentar na vida, mas podemos escolher honrar a Deus em todas as fases da vida. Você já conhece ao Senhor por experiência ou ainda só ouviu falar sobre Ele? É tempo de conhecer ao Senhor.

Jó 38-39

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 Devocional Jó 38 – 39 Agora quem fala é o Senhor, do meio de um redemoinho. Deus mostra a Jó a sua pequenez diante do Seu poder e sabedoria na provisão da vida selvagem, em contraste com as suas próprias aflições. Revela quem Ele é e como provê alimento para os animais, até para os mais improváveis. Desafia Jó quanto ao conhecimento da criação e dos fenômenos da natureza. Perguntas retóricas; é claro que a única resposta de Jó seria: não sei nada perante o Senhor. O objetivo de Deus é mostrar a Jó que ele não pode entender Seus propósitos e que a sabedoria de Deus é muito superior à do homem. Só nos resta arrepender de nossos maus caminhos e confiar na sabedoria de Deus. Você é capaz de compreender a mente de Deus?

Jó 35-37

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 Devocional Jó 35 – 37 Onde está Deus? As pessoas clamam, e Ele não responde por causa da arrogância dos maus. Gritos vazios Deus não responde. Com estas palavras, Eliú acusa Jó injustamente; ainda assim, podemos pensar que, muitas vezes, queremos ver o agir de Deus, e Ele se mantém em silêncio. Essa é a pior forma de Deus lidar conosco: entregando-nos a nós mesmos, mantendo-se longe e nos deixando sem respostas. Até porque Deus é exaltado acima de tudo, e os pecados dos homens não O afetam diretamente. Ele continua sendo Deus apesar de nós. Por essa razão, todo sofrimento à nossa volta precisa nos comover ao arrependimento e nos levar diretamente ao nosso Senhor. Ore com fidelidade neste momento.

Jó 32-34

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 Devocional. Jó 32 – 34 O mais novo dos amigos de Jó reivindica a sua fala. Critica Jó por falar sem conhecimento e por querer provar sua inocência contra Deus. Eliú declara que Deus não erra, que não comete iniquidade e que não faz acepção de pessoas; enfatiza a grandeza de Deus, que sabe tudo o que faz. Deus retribui ao homem conforme as suas obras. Logo, o sofrimento é permitido por Deus para ensinar e refinar o homem. Deus repreende, ensina e protege o homem de pecar mais; não apenas castiga em punição, mas é didático ao aperfeiçoar o homem. Deus é soberano. Podemos pensar em que temos pecado quando passamos por circunstâncias difíceis? Precisamos crer que Deus sabe tudo o que faz e tem seus métodos para nos colocar de volta no centro de sua vontade.

Jó 29-31

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 Devocional  29 – 31 No meio da tormenta, Jó se lembra dos seus dias felizes, quando as pessoas o respeitavam e falavam de sua ação bondosa no mundo. A justiça de Deus o vestia, pois cuidava das pessoas. As pessoas ouviam seus conselhos; suas palavras caíam sobre elas como orvalho. Mas agora reconhece suas mazelas. Agora todos se voltam contra ele. Como uma nuvem, a felicidade passou; chega a aflição e todo o mal. Deus o tornou semelhante ao pó da terra. Mas Jó sabe como andou durante seus dias e firma perante Deus a sua integridade. Ele reconhece que foi tentado em todas as áreas, mas treinou seu coração para não cair nas muitas armadilhas da vida. Como homem, manteve-se o mais fiel possível ao Senhor. Será que, numa realidade tão próspera e bela quanto a que Jó desfrutava, seríamos tão fiéis a Deus ao honrar as pessoas? Será que, no tempo da dificuldade, teremos ao nosso lado a presença dos amigos?

Jó 24-28

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 Devocional 24 – 28 E quanto ao juízo dos ímpios? Os perversos que roubam, enganam e destroem a vida das pessoas? Os perversos agem nas trevas, invadindo casas à noite e escondendo-se durante o dia, pois não conhecem nem querem a luz; os justos, porém, se levantam após as quedas. O fim dos ímpios é a morte; o fim do justo é o reconhecimento de Deus como Criador e Salvador. De tudo o que podemos buscar, busquemos a sabedoria de Deus. Porque o temor do Senhor é a sabedoria, e afastar-se do mal é o entendimento.

Jó 21-23

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 Devocional 21 – 23 Jó descreve a perversidade, não se queixa das pessoas, mas percebe a aparente injustiça da vida. Os perversos parecem prosperar na vida, enquanto os justos sofrem. Seria isto mesmo? Acusado de impiedades que não cometeu, Jó imagina seus argumentos caso pudesse estar diante do tribunal de Deus. Nunca me afastei dos seus mandamentos; escondi no meu íntimo as palavras da sua boca. Ainda assim, Deus cumprirá tudo o que ordenou a meu respeito. No fim, Jó sabe que toda circunstância adversa que enfrenta é permissão do próprio Deus. No dia da provação, você pode ter a certeza de estar guardando a Palavra de Deus e obedecendo às Escrituras? Mesmo que considere a vida injusta, poderá reconhecer a soberania de Deus?

Jó 17-20

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 Devocional. 17 – 20 Jó percebe que seus dias se esgotam e que a esperança já não o sustenta. Cercado por acusações, sente-se isolado até dos amigos mais próximos. Eles insistem em uma teologia dura, afirmando que o sofrimento é sempre resultado do pecado, descrevendo o fim dos ímpios como se essa fosse a explicação para sua dor. Jó, porém, não aceita essa lógica simplista, pois conhece sua própria integridade diante de Deus. Mesmo profundamente ferido, Jó faz uma das mais fortes confissões de toda a Escritura: “Eu sei que o meu Redentor vive”. Sem compreender o que Deus está fazendo, ele se apega a quem Deus é. Sua esperança não está na restauração imediata, mas na certeza de que Deus se levantará por ele, ainda que depois da morte. Quando a dor parece enterrar a esperança, em quem temos colocado nossa confiança? No alívio rápido das explicações ou no Deus vivo que permanece fiel mesmo quando fica em silêncio?

Jó 14-16

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 Devocional – Jó 14–16 A brevidade da vida é uma realidade. Os nossos dias são limitados e estão contados. Ainda assim, há esperança. Mesmo que uma árvore seja cortada, ao cheiro das águas ela brota outra vez. Mas o homem, ao morrer, parece perder essa esperança. Para o perverso, que não teme a Deus, prevalece o desespero. Mas mesmo que haja sofrimento para o justo, nós sabemos: o nosso justo juízo vem do céu. O Senhor é a nossa testemunha. Ele é o nosso advogado. Para Ele retornaremos, pois  para Ele vivemos.

Jó 10-13

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 Jó fala amargamente. Ele questiona se parecia bom aos olhos do Senhor que ele estivesse passando por tudo aquilo, mesmo sem perceber pecado que justificasse tal dor. Ainda assim, Jó reconhece a soberania de Deus. Ele confessa que o Senhor o formou desde o ventre de sua mãe e que nada do que acontece foge ao seu olhar. Deus vê e sabe todas as coisas. A sabedoria humana, inclusive a dos amigos, mostra seus limites e não consegue explicar o sofrimento. Mas a sabedoria de Deus é maior que a nossa. É Ele quem pode nos sustentar. Essa cena nos ensina a confiar que Deus tem propósito em tudo o que faz. Só Deus é sábio. Só Deus é soberano.